Zonas DNS não carregam, evento 4000, 4007 | DNS zones do not load, event 4000, 4007


Sintomas

Você pode encontrar uma situação em que um dos servidores DNS no ambiente começa a mostrar um problema em que as zonas não são carregadas no console DNS e você vê ID de evento 4000 e 4007 logado nos registros de eventos DNS:

ID do evento 4000:
o servidor DNS não pôde abrir o Active Directory. Este servidor DNS está configurado para obter e usar informações do diretório para esta zona e não é possível carregar a zona sem ela. Verifique se o Active Directory está funcionando corretamente e recarrega a zona. Os dados do evento são o código de erro.

ID do evento 4007:
o servidor DNS não pôde abrir a zona <zona> no Active Directory a partir da partição do diretório do aplicativo <nome da partição>. Este servidor DNS está configurado para obter e usar informações do diretório para esta zona e não é possível carregar a zona sem ela.Verifique se o Active Directory está funcionando corretamente e recarrega a zona. Os dados do evento são o código de erro.

Além disso, quando você tenta abrir o console DNS, você obtém um pop-up dando “Acesso negado”.

Você percebe que o serviço do Servidor DNS está funcionando.
Quando você tenta executar qualquer operação nas zonas integradas do AD usando DNSCMD, você obtém “Acesso negado”

Causa

Isso acontece quando esse servidor DC / DNS particular perdeu seu canal seguro com ele próprio ou PDC.
Isso também pode acontecer em um único ambiente DC onde esse servidor DC / DNS possui todas as funções FSMO e está apontando para si mesmo como servidor DNS primário.

Resolução

> Caso você tenha outro servidor de domínio / servidor de DNS presente no ambiente, configure o servidor que experimenta o problema para apontar para outro servidor DNS ativo nas propriedades de TCP / IP.
> Pare o serviço KDC na DC que está enfrentando o problema.
> Execute o seguinte comando com direitos elevados: netdom resetpwd / server: <PDC.domain.com> / userd: <Domain \ domain_admin> / passwordd: *
> Solicitará a senha da conta de administrador de domínio que você usou, digite aquele.
> Uma vez executado o comando, reinicie o servidor.
> As zonas de DNS devem ser carregadas agora.

Se esta é a única DC no ambiente e não há outros servidores DNS disponíveis, execute os mesmos passos, mas reative o “PDC.Domain.com” com o próprio endereço IP do servidor (já que ele próprio é o PDC)

Mais Informações

Se você estiver enfrentando o problema em um servidor Windows 2008 (Non R2), então verifique se o patch relacionado ao KB 2615570 está instalado no servidor
Propriedades

Artigo: 2751452 – Última revisão: 21 de dezembro de 2012 – Revisão: 1

Symptoms

You may encounter a situation where one of the DNS server’s in the environment starts showing an issue where the zones are not loaded on the DNS console and you see Event id 4000 and 4007 logged in the DNS event logs:

Event ID 4000:
The DNS server was unable to open Active Directory.  This DNS server is configured to obtain and use information from the directory for this zone and is unable to load the zone without it. Check that the Active Directory is functioning properly and reload the zone. The event data is the error code.

Event id 4007:
The DNS server was unable to open zone <zone> in the Active Directory from the application directory partition <partition name>. This DNS server is configured to obtain and use information from the directory for this zone and is unable to load the zone without it. Check that the Active Directory is functioning properly and reload the zone. The event data is the error code.

Also when you try to open the DNS console you get a pop up giving “Access Denied”.

You notice that the DNS Server service is up and running.
When you try to perform any operation on the AD integrated zones using DNSCMD you get “Access Denied”

Cause

This happens when that particular DC/DNS server has lost its Secure channel with itself or PDC.
This can also happen in a single DC environment where that DC/DNS server holds all the FSMO roles and is pointing to itself as Primary DNS server.

Resolution

> In case you have other Domain Controller/ DNS server present in the environment then configure the server experiencing the issue to point to other active DNS server in TCP/IP properties.
> Stop the KDC service on the DC experiencing the issue.
> Run the following command with elevated rights: netdom resetpwd /server:<PDC.domain.com> /userd:<Domain\domain_admin> /passwordd:*
>  It will prompt for the password of the Domain Admin account that you used, enter that.
> Once the command executes, reboot the server.
> DNS zones should load now.

If this is the only DC in the environment and there are no other DNS Servers available then perform the same steps but replate the “PDC.Domain.com” with the server’s own IP address (since it itself is the PDC)

More Information

If you are facing the issue on a Windows 2008 server (Non R2) then make sure the patch related to KB 2615570 is installed on the server
Properties

Article ID: 2751452 – Last Review: Dec 21, 2012 – Revision: 1

Publicado em Active Directory, DNS, Domain, Sem categoria

Conexão Lenta em Placas de Rede Broadcom no Hyper-V (Ping lento do host para a VM)


Olá pessoal.

Após migrar algumas VM’s de um servidor antigo para um novo a conexão de rede das VM’s com a rede externa estava muito lenta. Um teste simples de ping na rede local passava de 50ms com picos de 200ms.

Efetuei a reinstalação dos Integrations Components (IC). Removi as placas de rede antigas. E mesmo assim o problema persistiu.

Parti para as configurações da Placa de Rede no servidor Host (Hyper-V) e fui alterando alguns parâmetros, até chegar na opção Virtual Machine Queues (Filas de Maquinas Virtuais). Quando desabilitei este recurso a velocidade da conexão de Rede das VM’s voltou ao normal e o ambiente ficou rápido e estável.

Fica a dica, se você está tendo lentidão em VM’s com servidores Host com placas de rede Broadcom, DESABILITE o recurso Virtual Machine Queues (Filas de Maquinas Virtuais).

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Publicado em Hyper-V

Rede publica ou privada em controlador de dominio


Esse tipo de comportamento ocorre normalmente por que os serviços do AD DS são iniciados com um delay muito maior que o normal por existir somente um Domain Controller. Os serviços responsáveis pelo reconhecimento do perfil de rede no Windows são: Network List Service e Network Location Awareness.

Se estes serviços são iniciados antes dos serviços do AD DS, a classificação do perfil de rede pode ocorrer da forma que você está experimentando – por isso ao fazer um disable/enable na interface de rede ela volta como Domain Profile e não Public Profile, pois a carga do AD DS já foi concluída.

O que você pode tentar fazer neste caso é configurar o serviço Network Location Awareness comoAutomatic (Delayed Start) e ver se o problema ainda continua ocorrendo.

 

checar o nome do serviço em  portugues pelo comando:

Get-Service | ? {$_.Status -eq "running"} | ft -Wrap -AutoSize

- Reconhecimento de Locais de Rede
- Serviço de perfil de rede
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Publicado em Active Directory, AD, Domain, Troubleshooting

Resolução do problema com a aplicação de Políticas de Grupo após atualização MS16-072


No passado 14 de Junho a Microsoft lançou a atualização de segurança MS16-072 (MS16-072: Security update for Group Policy: June 14, 2016, link: https://support.microsoft.com/en-us/kb/3163622).

Esta atualização permite resolver certas vulnerabilidades na forma em que as políticas de grupo são obtidas dos controladores de domínio.

Uma das consequências desta atualização, que já deverá ter sido instalada pela maioria dos sistema com Windows 10 Pro, é que as políticas de grupo que usam algum tipo de filtro de segurança (por exemplo quando se aplicam só a certos grupos de utilizadores) deixam de ser aplicadas.

Isto é muito grave por quanto as políticas de grupo são usadas pelos administradores para controlar a funcionalidade duma rede, mapeando unidades de rede no início, executando scripts ou limitando o acesso a certas áreas nos computadores, entre outros.

Sendo uma situação tão recente (dias), muitos administradores poderão ter sido apanhados de surpresa e perder muitas horas tentando resolver o problema da mesma forma como se resolvem os típicos problemas com as políticas de grupo. Por exemplo, ao utilizar o comando gpresult /r observarão que as políticas não são aplicadas com “Motivo desconhecido” com única justificação (a Microsoft a comportar-se como a Microsoft). Em inglês, a mensagem é “The following GPOs were not applied because they were filtered out” Filtering:  “Not Applied (Unknown Reason)”.

Abreviando, a parte relevante do artigo é:

Sintomas

Todos os usuários da Diretiva de Grupo, incluindo aqueles que foram filtrados por segurança em contas de usuários ou grupos de segurança, ou ambos, podem não aplicar nos computadores associados ao domínio.

Causa

Esse problema pode ocorrer se o objeto de diretiva de grupo estiver faltando as permissões de leitura para o grupo Usuários autenticados ou se você estiver usando filtragem de segurança e estiver faltando permissões de leitura para o grupo de computadores do domínio.

Resolução

Para resolver esse problema, use o Console de Gerenciamento de Diretiva de Grupo (GPMC.MSC) e siga uma das etapas a seguir:
Adicione o grupo Usuários Autenticados com Permissões de Leitura no Objeto de Diretiva de Grupo (GPO).
Se você estiver usando filtragem de segurança, adicione o grupo Computadores do Domínio com permissão de leitura.

Portanto, para resolver o problema temos que ir ao editor de políticas de grupo e para cada GPO, no separador “Delegação”, adicionar os principais “Utilizadores autenticados” e “Computadores do domínio” com a permissão de leitura.

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Publicado em GPO, Sem categoria

Resolver o error de autenticação da área de trabalho remota RDP (Não há suporte para a função solicitada, CredSSP)


fix_creedSPP_update_windows_authentication_01-660x248.png

O que fazer se ocorrer um erro de autenticação (Não há suporte para a função solicitada, CredSSP) na Conexão da área de trabalho remota RDP. depois da atualização

Error


Após o Windows Update do dia 09 de maio de 2018, ao usar a Área de Trabalho Remota, a seguinte mensagem de erro é exibida e você não pode se conectar

 

 

Screenshot_1.jpg

Erro de autenticação.
Não há suporte para Função solicitadaComputador remoto: Uma possível causa seria uma correção de oráculo criptografia CredSSP.
Para mais informações, visite https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=866660

Causa


Devido à diferença na versão do provedor de autenticação (CredSSP) que pode ser usado para cada cliente e servidor do Remote Desktop.

Em relação à vulnerabilidade de área de trabalho remota, teve mudanças nas seguintes atualizações do Windows Update :

  • Atualização CredSSP lançada no Windows Update em março de 2018 CVE-2018-0886
    (No entanto, o uso da versão antiga é liberado com a permissão padrão)
  • No Windows Update desde maio de 2018, versão reforçada usada no CredSSP (versão antiga truncada)
    (O valor padrão de Criptografia Oracle Remediation foi alterado de Vulnerável para Reduzir)

Não há problema você estiver Windows Update com versões mais recente para cliente e servidor.
No entanto, se no cliente for o Windows Update mais recente e o servidor estiver atrasado, haverá uma diferença nas versões disponíveis do CredSSP, causando uma falha de conexão.

Solução alternativa


Essa solução faz que o nível de segurança ficar reduzido, é apenas uma solução alternativa.

Recomendo para aqueles querem resolver temporariamente direto da raiz.

No Editor de Politica de Grupo Local (gpedit.msc), faça as seguintes configurações:

[Configuração do Computador]

-> [modelo administrativo] -> [Sistema] -> [Delegação de Credenciais]

Nome da política: Correção do Oráculo de Criptografia
->Estado: Habilitado
->Opções: Vulnerável

Screenshot_1.jpg

 

 

Contra medida fundamental


Tanto no lado do cliente quanto no lado do servidor, implementar as atualizações  do Windows Update após maio de 2018.

 

Créditos e bibliografia


https://qiita.com/fjtter/items/be213ff906b17809bf92
https://support.microsoft.com/pt-br/help/4093492/credssp-updates-for-cve-2018-0886-march-13-2018

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Publicado em Terminal Server, TS

OS X Fusiondrive – Instalando Mac OS com Fusion Drive.


Reblogado de :OWC Michael

OS X 10.8.3: Possibilidades de fusão para Mac equipado não-Fusão

Esperamos e esperamos que a Apple lance a próxima versão do OS X Mountain Lion na esperança de que a próxima versão completa tenha todos os componentes necessários para configurar uma unidade Fusion em qualquer Mac capaz de instalar um disco rígido e SSD juntos. Há pouco mais de uma semana, a Apple lançou o OS X versão 10.8.3 e, com uma pequena ressalva, nossas esperanças foram cumpridas.

A Profusão da Confusão de Fusão

Mas antes que possamos mostrar-lhe exatamente como configurar sua própria unidade DIY Fusion, eu gostaria de dissipar algumas informações erradas que flutuam na web. Até agora, a maioria dos relatórios que você leu sobre a criação de sua própria unidade DIY Fusion em uma máquina foram incompletos. Houve muitos tutoriais sobre como criar um volume de armazenamento do núcleo que foi rotulado como “como criar uma unidade Fusion”. Eles são duas configurações de unidade semelhantes, porém diferentes. Eu abordei muita dessas informações em comentários no Blog OWC, mas acho que seria uma boa idéia para rever e explicar o que uma unidade Fusion realmente é em oposição a um volume Core Storage.

Quando a Apple apresentou o Lion, eles adicionaram um gerenciador de volume lógico (Core Storage) ao sistema operacional. O fator-chave para Core Storage é que ele permite que um único volume abranja vários discos físicos. O que torna a unidade Fusion possível, mas não é o único aspecto.

O que transforma uma unidade de armazenamento de núcleo em uma unidade Fusion é a introdução de níveis de armazenamento automatizados para mix. Isso já ocorreu desde 2005 em redes de grande escala onde o software move dados em diferentes tipos de disco e níveis de RAID para equilibrar os requisitos de espaço, custo e desempenho de um servidor. Antes do software de automação, esse tipo de manipulação de dados foi feito manualmente.

A maioria das configurações de comando do terminal que vimos online apenas iniciam o volume de armazenamento do núcleo. Ele precisa do software para executar o nível de armazenamento automatizado para torná-lo um verdadeiro Fusion Drive. Até agora, nós só vimos esse componente de software nos modelos Mac mini 2012 e 2012 do iMac que são enviados com suas compilações específicas de 10.8.2.

Você não descobre que não é verdadeiramente ‘Fusion’ até a porção SSD ter sido completamente preenchida. E mesmo assim – o que está no SSD continua a ser lido na velocidade total de SSD, por isso são apenas as novas gravações de dados (onde os dados existentes no SSD não estão sendo substituídos) e as leituras subseqüentes desses dados armazenados no disco rígido que são mais lentos devido a estarem ligados o HDD. A forma como funciona um volume de armazenamento básico, realmente faz as pessoas pensarem que criaram uma verdadeira unidade Fusion. Então, agora que você conhece a diferença, a questão na mente de todos é …

Como faço para criar uma verdadeira unidade DIY Fusion?

Itens necessários:

  • Um Mac que você pode instalar uma unidade de estado sólido e uma unidade de disco rígido. Então, esse é o iMac (2009 ou mais recente), MacBook (Late 2008 Aluminium ou Early 2009 ou mais recente) com Data Doubler ou MacBook Pro (Late 2008 ou mais recente) novamente com Data Doubler , Mac mini (Early / Late 2009, Mid 2010 Server e Mid 2011 ou mais recente) com Data Doubler Kit  ou Data Doubler onde aplicável, ou Mac Pro (início de 2008 ou mais recente).
  • Um disco rígido e um SSD instalados / para instalar internamente – A Fusion foi projetada para funcionar apenas em unidades internas.
  • Uma unidade externa para clonar ou uma unidade de backup do Time Machine – criar um volume Fusion irá apagar o SSD e o disco rígido, portanto, se você tiver informações sobre o disco rígido que deseja manter, você precisará ter uma cópia de esses dados em outro lugar.
  • Um disco rígido externo ou uma unidade flash USB de 8 GB ou mais para inicializar o instalador do OS X 10.8.3.

Passo 1 – Tenha uma cópia dos dados do seu computador.

Este processo irá apagar o SSD e o disco rígido instalados, por isso, se você tiver dados em uma ou ambas as unidades, você terá uma cópia que não esteja em nenhuma das duas unidades que farão parte do Fusion matriz. Se você estiver instalando um novo SSD e uma nova unidade baseada em pranchas, você pode colocar sua unidade original em um gabinete externo , e seus dados estarão lá, fora do caminho. Se você estiver usando a mesma unidade que você já instalou, você precisará copiar o conteúdo dessa unidade para uma externa.

Passo 2 – Faça o download do 10.8.3 na App Store.

E aqui está a ressalva que mencionei anteriormente: neste momento, você precisa baixar o OS X 10.8.3 da Mac App Store. Para esclarecer ainda mais, estamos falando sobre a VERSÃO COMPLETA – não a atualização. Esta é a única maneira de garantir que você tenha a versão correta do Disk Utility em sua partição de recuperação. Você pode fazer isso acessando a App Store> Compras> Clique no botão Download à direita do OS X Mountain Lion. *** você pode precisar comprar ML se não for exibido na tela Compras.

Passo 3 – Mova o instalador para a sua área de trabalho.

O pacote de instalação do Mountain Lion será exibido na pasta Aplicativos uma vez baixado. Mova-o para a sua área de trabalho.

Passo 4 – Clique com o botão direito do mouse no ícone do pacote e selecione Mostrar conteúdo do pacote.

Etapa 5 – Navegue até Conteúdo> Suporte Compartilhado.

Lá você verá InstallESD.dmg. Arraste este arquivo de imagem para sua área de trabalho.

Passo 6 – Usando o Utilitário de disco, restaure o arquivo InstallESD.dmg para um disco rígido externo ou unidade flash USB de pelo menos 8 GB de capacidade.

Esta deve ser uma unidade separada além do seu clone ou backup Time Machine.

Passo 7 – Instale a (s) nova (s) unidade (s) no computador que você está atualizando.

Consulte a nossa página de vídeo para obter instruções passo a passo sobre como instalar uma ou ambas as unidades na sua máquina.

Etapa 8 – Inicialização para o instalador 10.8.3 recém-criado.

Arranque a máquina enquanto mantém pressionada a tecla Opção na inicialização e selecionando o disco rígido externo ou a unidade flash USB com o instalador 10.8.3 (ele terá o ícone laranja).

Passo 9 – Abrir o Terminal.

Se você instalou pelo menos uma nova unidade, provavelmente receberá uma mensagem sobre o fato de um disco ser ilegível. Tudo bem; basta clicar em “Ignorar”. Vamos iniciá-lo nos próximos passos.

Você pode então abrir o Terminal. Você pode encontrá-lo em Aplicativos / Utilitários / Terminal.app

Etapa 10 – Encontre suas IDs de disco.

No Terminal, digite: diskutil list

Isso terá a versão de linha de comando do Disk Utility (diskutil) que lista todos os discos conectados ao seu computador. Nos resultados, você encontrará as IDs de disco do HDD e SSD. Tome nota desses números de identificação. Na maioria dos casos (2 unidades internamente e iniciadas a partir do externo), as IDs serão “disco0” e “disco1”. No entanto, os resultados individuais podem variar, dependendo da sua configuração, para que você queira garantir que você tenha o direito drives.

Passo 11 – Crie a matriz de unidade Fusion.

No Terminal, digite: diskutil cs create drivename driveIDs

Este é o comando que realmente diz ao seu Mac para amarrar as unidades juntas em uma matriz Fusion.

Desfeito, o passo faz isso:

  • diskutil – a versão de linha de comando do Disk Utility.
  • cs – isso invoca Core Storage, o que é necessário para o Fusion.
  • criar – cria um grupo Core Storage.
  • drivename – este é o nome da unidade e como você deseja que ela apareça no Disk Utility (não o Finder – que vem mais tarde). Você pode chamá-lo do que quiser; Em nosso exemplo, chamamos nossa matriz Fusion “Fusion”.
  • driveIDs – estas são as IDs de unidade das unidades que você deseja como parte de sua matriz Fusion, separadas por um espaço. No nosso exemplo, eles são “disk0” e “disk1”, ​​mas pode ser diferente em sua configuração.

Depois de entrar neste comando, ele fará o seu e configurará as unidades em uma matriz para o Fusion.

Etapa 12 – Obter informações de ID para a matriz de Fusion.

No Terminal, digite: diskutil cs list

Isso lhe dará uma listagem que mostra todos os Grupos de Volume Lógico de Armazenamento Core (também conhecido como Unidade Fusion). Você precisará fazer duas coisas aqui. Primeiro, copie a corda alfanumérica longa para o Grupo de Volume Lógico, então note o Espaço Livre para isso. Você vai precisar de ambos para o próximo passo.

Passo 13 – Formate a unidade Fusion para que você possa colocar arquivos nele.

No Terminal, digite: diskutil cs createVolume groupString jhfs + volumeName size

Este comando cria um volume na matriz Fusion onde você pode colocar seus arquivos. Novamente, uma vez que algumas coisas importantes estão acontecendo aqui, vamos derrubar o comando.

  • diskutil – novamente, esta é a versão de linha de comando do Disk Utility.
  • cs – invoca funções Core Storage, que são necessárias para este arranjo.
  • createVolume – este é o comando para criar a área de armazenamento real para a unidade que é representada na sua área de trabalho por um ícone.
  • groupstring – esta é a longa sequência alfanumérica que você copiou da etapa anterior. Ele identifica que a matriz que você criou como aquele que obteve um volume colocado sobre ela.
  • jhfs + – o formato da unidade. Este é o Apple Extended Format (journaled), que é recomendado para unidades com um sistema operacional instalado nele.
  • volumeName – o nome real do volume, como ele deve aparecer debaixo do ícone. Se houver um espaço no nome, você deve colocar todo o nome entre aspas (“Drive Name”) ou colocar uma barra invertida antes do espaço (Drive \ Name). No nosso exemplo, fizemos o último, nomeando nosso volume “OWC Fusion”.
  • tamanho – este é o tamanho do volume. No nosso exemplo, tivemos uma unidade de 1.1 TB. Utilizamos “1100g” para denotá-lo como 1100GB (1.1TB na base 10). Alternativamente, poderíamos ter usado 1.1T, ou mesmo 100% como um tamanho.

Uma vez que você tenha inserido esta informação, acesse Return e deixe-a fazer a coisa; O Fusion Drive estará disponível no Finder.

Passo 14 – Fechar o terminal e instalar o OS X .

Agora que criamos o volume CoreStorage chamado Fusion, agora podemos instalar o SO e trazer seus dados.

Feche a janela do Terminal e selecione a opção para Instalar OS X. Siga as instruções de instalação, escolhendo sua nova unidade Fusion como destino. Você precisará de uma conexão com a Internet para fazer isso; é preferível uma conexão Ethernet, embora você também possa usar uma conexão AirPort, embora a velocidades mais lentas.

Passo 15 – Migre sobre suas informações.

Como parte da configuração para sua nova instalação, você será perguntado se deseja importar dados de outro disco; você vai querer. Anexe e selecione seu clone ou o backup do Time Machine e o Assistente de Migração irá trazer seus dados.

Passo 16 – Aproveite a sua nova instalação.

Quando a migração for concluída, desligue o computador e desconecte seu clone. Neste ponto, você terá o OS X executado em uma unidade Fusion no seu computador. Agora você pode usá-lo como você faria com qualquer outra unidade.

Coisas a considerar antes de se comprometer com uma configuração da Fusion

Tal como acontece com qualquer configuração da unidade, existem vantagens e desvantagens para uma matriz Fusion. Os profissionais, como mencionado no início do artigo, são que ele aparece em volume único e funciona automaticamente para manter a melhor velocidade. No entanto, há alguns contras que você também deve estar ciente.

Você precisará de um backup.

Enquanto um plano de backup para o seu computador é algo que você deveria ter de qualquer maneira , isso torna-se ainda mais importante para Macs equipados com unidades de fusão. A maneira como o Fusion está configurado, se o disco rígido ou o SSD falharem, os dados em ambas as unidades serão perdidos. Ter um plano de backup confiável e frequente será essencial para proteger contra a perda de dados.

O desempenho pode não ser suficiente para uso profissional de ponta.

A Apple afirma desempenho quase SSD para unidades equipadas com Fusion. Para uso casual (e-mail, navegação na Web, uso básico do iPhoto, etc.), isso é bastante verdadeiro. Desde testes internos e por Lloyd Chambers do Mac Performance Guide , uma unidade Fusion irá primeiro preencher a parte SSD mais rápida, então comece a preencher o disco rígido mais lento. Uma vez que a escrita está completa, os dados serão movidos do SSD para o disco rígido até que haja 4 GB de grátis no SSD novamente.

O problema ocorre quando você começa a trabalhar com arquivos maiores, como por exemplo, com áudio profissional, vídeo e trabalho em grande escala. Muitas vezes, esses arquivos ultrapassam o tamanho de 4GB, então você verá velocidades de transferência SSD rápidas, seguido de uma queda precipitada na velocidade quando transferir para o disco rígido. Para obter um resumo completo dos testes, confira o write-up do Lloyd no Mac Performance Guide .

Para aqueles que uma unidade Fusion simplesmente não vai ser prático, você pode ser melhor servido usando uma configuração Hard Drive / SSD 2-drive com uma pasta residencial realçada . Você reduz o risco de perder todos os seus dados ao mesmo tempo, mantendo uma grande parte dos benefícios de velocidade / armazenamento da Fusion, mas com mais flexibilidade.

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Publicado em Mac, Mac OS X, Sem categoria

Definir DC secundário como principal em caso de desastres


Suporte de Rede

Saudações pessoal, mais uma vez de volta ao blog, e dessa vez com um artigo muito interessante e ponto crítico para alguns técnicos e administradores.

Alguma vez já se passou pela cabeça (ou nos piores casos já aconteceram). O que fazer caso o meu Domain Controller principal morrer (considere morrer como um desastre, a situação em que nenhum troubleshooting resolveu, um problema físico como discos, ou nos extremos casos, roubo de equipamento e até mesmo incêndio).

Se dentro do seu ambiente você não ter uma estrutura de contingência prepare-se para uma longa lista de chamados. Para tanto existem outras maneiras de se previnir um desastre, porém as mesmas exigem um investimento maior a equipamentos (exemplificando um cenário de clustering), o que em algumas empresas não se faz jus o investimento.

Vamos exemplificar o cenário e a função de cada server nesse ambiente:
DC01 – Domain Controller Principal – Windows 2008R2…

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